A luz acende e apaga,
acende e apaga.
Será que acende? Será
que apaga?
Se apagar quem vai
pagar por isso?
Se acender quem vai
correr o risco
de ficar iluminado
feito um deus corisco?
Hein, Ludimar, me
diga em versos este meu ribombar?
Ah! Por precaução
já acendi a vela.
Vejo na sombra
dela a certeza.
A sombra da
esperança.
Avança na retranca.
Empenha na luz da
vela.
A lua cheia no brilho
dela.
Qualquer luz precisa
do escuro.
Não lutarei contra
ele.
Deixo que ele gire
os moinhos
que giram a energia e
volta a luz.
Moinhos de ventos
quixotescos
como quase todos os
acontecimentos.
Fim?
Todo fim é um
começo.
Moinho.
Redemoinho.
Zumbi, o vento
encrispado e louco.
Ronca no lago o
Monstro do do Lokk Ness.
É noite fechada, sem
luz no seu alcance.
Que monstruosidade
engolir a lua
esse dragão que nem teme Jorge!
O monstro desperta
e grita.
Acende o medo dos
mortais.
No gelo do lago
quer mais, quer mais...
Pobres mortais, como
sempre nem notam que
que o monstro é um
lindo rapaz
que traz os olhos
verdes de ciúmes
O belo sabe se camuflar.
O belo é singular.
Infelizes os que
não o enxergam
Vou terminar esta
balada com Ludimar
num verso cheio de
luz.
Iluminada a fonte
inesgotável do poeta.
Benditas luzes do
amor, da amizade e da poesia.
E até um dia...
Ludimar e
Massoni pelo Facebook 9/03/2015 21:10 h
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